WSL anuncia calendário 2026
- Redação À Deriva
- 30 de set. de 2025
- 2 min de leitura
A World Surf League anunciou o calendário e o formato do Championship Tour para 2026, ano que marca o 50.º aniversário do surf profissional. A temporada estende-se de abril a dezembro, inclui 12 etapas distribuídas por nove países e reforça a presença do surf em ondas icónicas, com o Pipe Masters a regressar ao papel de evento de encerramento da época.

O arranque acontecerá na Austrália, com Bells Beach a abrir a temporada a 1 de abril, seguido por Margaret River e Snapper Rocks. Depois de paragens na América Central, Brasil, África do Sul e Pacífico, a parte final da época inclui Lower Trestles como fim da regular season, duas etapas de pós época em Abu Dhabi e Peniche, e a grande final em Pipeline, no Havai, entre 8 e 20 de dezembro.
Calendário completo das 12 etapas anunciado pela WSL
Bells Beach, Austrália: 1 a 11 abril
Margaret River, Austrália Ocidental: 17 a 27 abril
Snapper Rocks, Austrália: 2 a 12 maio
Punta Roca, El Salvador: 28 maio a 7 junho
Saquarema, Brasil: 12 a 20 junho
Jeffreys Bay, África do Sul: 10 a 20 julho
Teahupo’o, Taiti: 8 a 18 agosto
Cloudbreak, Fiji: 25 agosto a 4 setembro
Lower Trestles, Califórnia, EUA: 11 a 20 setembro
Surf Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos: 14 a 18 outubro
Peniche, Portugal: 22 outubro a 1 novembro
Banzai Pipeline, Havai, EUA: 8 a 20 dezembro.
O CT 2026 alarga o quadro feminino para 24 surfistas e mantém 36 homens durante a temporada regular. Como é habitual, o tour volta a privilegiar locais de surf de referência, combinando reef breaks pesados como Pipeline e Teahupo’o, com picos de performance como Lower Trestles e Snapper Rocks, e integran
do uma etapa na piscina de ondas de Abu Dhabi.
Segundo Ryan Crosby, CEO da WSL, a reformulação procura “honrar a herança do surf enquanto se molda o seu futuro”, sublinhando que pretende devolver importância contínua a cada heat e valorizar momentos decisivos em locais com significado histórico para a modalidade.
A mudança representa também um reposicionamento logístico do Tour. Começar em Bells Beach e terminar em Pipeline responde tanto a critérios de calendário e permissões como a uma preocupação em reforçar a narrativa competitiva. Da abertura com ondas clássicas até a decisão final num local que historicamente consagrou campeões.










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