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Condições Clássicas a caminho de Bells Beach.

A World Surf League já confirmou, hoje, 6 de abril, é lay day no Rip Curl Pro Bells Beach. E amanhã, dia 7, segue pelo mesmo caminho. O motivo é simples, não há ondas para colocar o evento na água.

Direitos de Imagem: WSL | luke Thompson
Direitos de Imagem: WSL | luke Thompson

Depois de um arranque irregular, com poucos heats e poucas ondas de qualidade, o swell desaparece quase por completo. E Bells entra em pausa.


A próxima chamada está marcada para amanhã, às 21:45 (hora de Portugal), já manhã de dia 8 na Austrália. Ainda assim, o cenário mantém-se incerto. Um novo swell começa a aproximar-se, mas ainda com pouca expressão, cerca de 1,5 metros e vento offshore fraco. Pode ser suficiente para competir, mas dificilmente para elevar o nível do evento.


No entanto, há boas notícias. As previsões apontam para um swell consistente para os dias 9 e 10, com o forecast a apontar para uma ondulação de 2 a 3 metros e vento offshore forte, o tipo de condições que transformam Bells Beach no que realmente é.


Com o período de espera a terminar a 11 de abril (madrugada de dia 10 em Portugal), o tempo começa a apertar. Ainda faltam, no mínimo, três dias de competição, e a margem para erros reduz-se.


Quando o evento regressar, entra diretamente em heats decisivos.

Na Ronda 2 masculina, Kanoa Igarashi volta a enfrentar Morgan Cibilic, numa reedição da meia-final do ano passado.

O campeão mundial Yago Dora mede forças com o rookie Mateus Herdy, enquanto Crosby Colapinto e Marco Mignot protagonizam um duelo entre gerações recentes.

Logo depois, uma sequência pesada, Filipe Toledo, Italo Ferreira e Gabriel Medina entram em ação em heats consecutivos.

No feminino, a Ronda 2 marca a estreia das principais favoritas. Caroline Marks, Tyler Wright e Molly Picklum e ainda mais um heat para a portuguesa em prova, Francisca Veselko que vai enfrentar Gabriela Bryan.


Para já, não há ação. Só espera.

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